Low Touch Economy: a nova realidade para as empresas
Para atender o perfil de consumo pós COVID-19, serviços e produtos precisam ser viáveis com menor contato físico possível.
Com a pandemia do Covid-19, muito se fala sobre o novo normal. No ramo dos negócios, a nova realidade é a Low Touch Economy que já começou a exigir criatividade dos empresários para redesenhar o modelo de seus serviços e a venda de produtos.
Caracterizada pelo baixo contato nas interações entre as pessoas, a “Economia de Baixo Contato” (na tradução literal) prima pelo cuidado com a saúde, o respeito às medidas de segurança e se relaciona intimamente com os novos comportamentos do ser humano. Ela veio para ficar e, como todo grande desafio, nos oferece inúmeras oportunidades de inovar.
Já é notável que os consumidores internalizaram muitas das restrições impostas pelo novo Coronavírus e esse novo comportamento deve permanecer, principalmente a preferência pelos processos que envolvem pouco ou nenhum contato, é daí que surge o nome “Low Touch Economy”.
As empresas que adaptarem seus modelos de negócios para trabalhar dentro das limitações impostas pela crise do COVID-19, terão maiores possibilidades de sucesso. É importante lembrar que, além do baixo contato, também temos um cenário com limitações para viagens, para eventos com concentração de público e restrição das atividades voltadas para grupos de riscos.
Low Touch Economy: conheça soluções
Algumas regiões que já estão vivendo neste novo cenário são referência no que se refere a soluções no redesenho de seus negócios, na forma de apresentar e consumir seus produtos e serviços, adaptando-se à economia de baixo contato.
A companhia aérea Emirates Airlines em parceria com a Dubai Health Authority além de aplicar testes rápido de Covid-19 em seus passageiros, redesenhou as embalagens do serviço de bordo para reduzir o contato durante as refeições.
Assentos demarcados em concertos de ópera em Taiwan | Foto: divulgação Board Of Innovation
Um exemplo de solução simples são os concertos de ópera em Taiwan. É necessário deixar três poltronas vazias entre cada espectador. Ainda no segmento de entretenimento, muitos cinemas estão experimentando o conceito de drive -in em que os consumidores trocam as salas tradicionais para assistirem aos filmes em um ambiente aberto e de dentro dos carros.
Restaurantes estão tentando encontrar o equilíbrio entre “segurança”, conforto e ambiente acolhedor. | Foto: divulgação Board Of Innovation
A crise também liberou a criatividade de designers e arquitetos no desenho de soluções. Algumas com potencial para permanecerem, outras devem existir apenas durante a pandemia, mas ainda assim servem de inspiração. E sua empresa está preparada?
Conte com ajuda especializada para readequar seu negócio clicando aqui.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

